Ferramentas Educacionais Baseadas em M-Learning: Estudo de Caso no Núcleo de Educação à Distância do SENAI Goiás

  • Paulo de Sá Filho Instituto Federal Goiano Departamento Regional SENAI Goiás
  • Marco Antônio de Carvalho Instituto Federal Goiano
  • Flávio Pereira Camargo Universidade Federal de Goiás

Resumo

Na contemporaneidade, a expansão do uso de dispositivos móveis para diversos fins tem possibilitado a inserção desses aparelhos no processo de ensino-aprendizagem. O objetivo deste artigo é apresentar e discutir algumas das principais ferramentas educacionais baseadas no M-Learning e as percepções de professores-tutores sobre a Aprendizagem-Móvel a partir de um estudo de caso realizado no Núcleo de Educação à Distância – NIEAD do SESI/SENAI Goiás.

Biografia do Autor

Paulo de Sá Filho, Instituto Federal Goiano Departamento Regional SENAI Goiás
Coordenador Técnico de Cursos no Núcleo Integrado de Educação a Distância do SESI/SENAI GO. Mestrando em Educação Profissional e Tecnológica, Pós Graduado em Gestão de Empresas Sucroalcooleiras; MBA Gestão Estratégica de Negócios; Metodologias e Gestão para a Educação a Distância. Graduado em Administração de Empresas e Teologia.
Marco Antônio de Carvalho, Instituto Federal Goiano
Professor Titular do Instituto Federal Goiano. Possui graduação (1987) e mestrado (1992) em Administração Rural pela Universidade Federal de Lavras. Doutor em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Pós-doutor en el currículo y la formación profesional agrícola en Cataluña del Departamento de Didáctica de las Ciencias Sociales - Facultat de Educaciòn - Universistat Autonoma de Barcelona. Atua no mestrado profissional em educação profissional e tecnológica em temas relacionados à formação profissional, ensino agrícola, educação e mundo do trabalho e gestão de cooperativas.
Flávio Pereira Camargo, Universidade Federal de Goiás
Flávio Pereira Camargo é professor adjunto de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras, da Universidade Federal de Goiás, com atuação na Graduação e no Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística. Suas pesquisas se concentram em estudos sobre a narrativa brasileira contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: narrativa metaficcional, literatura e homoerotismo, literatura e experiência urbana, representação e autorrepresentação de grupos marginalizados na literatura. Organizou vários livros sobre literatura brasileira contemporânea e sobre literatura e homoerotismo, além de ter inúmeros artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais. 

Referências

BELLONI, Maria Luiza. Educação a distância. 4ª Ed. Campinas: Autores Associados. 2006.

BOTTENTUIT JUNIOR. João Batista. Do Computador ao Tablet: Vantagens Pedagógicas na Utilização de Dispositivos Móveis na Educação. Disponível em:< http://www.latec.ufrj.br/revistas/index.php?journal=educaonline>. Acesso em: 13 out. 2017.

CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A. Metodologia científica. São Paulo: Prentice Hall, 2002.

CNE. Conselho Nacional de Educação. RESOLUÇÃO CNE/CP 3, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2002. Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf_legislacao/rede/legisla_rede_resol03.pdf>. Acesso em: 20 set. 2017.

CNI. Confederação Nacional da Industria. História. Disponível em:< http://www.portaldaindustria.com.br/senai/institucional/historia/> Acesso em: 13 out. 2017.

CNI. Confederação Nacional da Industria. Alunos do SENAI usam aplicativos de realidade aumentada para aprender de forma divertida e inovadora. Disponível em:< http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2016/08/alunos-do-senai-usam-aplicativos-de-realidade-aumentada-para-aprender-de-forma-divertida-e-inovadora/> Acesso em: 20 set. 2017.

CNI. Confederação Nacional da Industria. Aplicativos para smartphones e tablets complementam aulas de cursos técnicos do SENAI. Disponível em:< http://www.portaldaindustria.com.br/agenciacni/noticias/2016/01/aplicativos-para-smartphones-e-tablets-complementam-aulas-de-cursos-tecnicos-do-senai/> Acesso em: 20 set. 2017.

COSTA. Hudson Rodrigues; STREIT. Rosalvo Ermes. Utilização detécnicas de jogos para a análise visual de informações. Disponível em:< https://www.revistas.ufg.br/ci/article/download/32365/18650>. Acesso em: 20 out 2017.

FERREIRA, J. B. et al. A disseminação da aprendizagem com mobilidade (m-learning). Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia, v. 8, n. 1, 2013.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica. Acesso à internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal. Coordenação de Trabalho e Rendimento. – Rio de Janeiro : IBGE, 2016.

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos metodologia científica. 4.ed.São Paulo: Atlas, 2001.

MATAR, F. N. Pesquisa de marketing. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2001.

MEC. Minestério da Educação. Brasil Profissionalizado. Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12325&Itemid=663>. Acesso em: 20 set. 2017.

______ . Ensino Médio Integrado a Educação Profissional. Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf2/boletim_salto07.pdf>. Acesso em: 20 set. 2017.

_______ . Programa Mulheres Mil. Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12299:programa-mulheres-mil-&catid=267:programa-mulheres-mil-&Itemid=602>. Acesso em: 15 de set. 2017.

_______ . Pronatec. Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/pronatec>. Acesso em: 15 de set. 2017.

_______ . PROEJA. Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12288:programa-nacional-de-integracao-da-educacao-profissional-com-a-educacao-basica-na-modalidade-de-educacao-de-jovens-e-adultos-proeja&catid=259:proeja-&Itemid=562>. Acesso em: 15 de set. 2017.

_______ . Rede E-tec. Disponível em:< http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12326:e-tec-apresentacao&catid=293:escola-tecnica-aberta-do-brasil-e-tec&Itemid=665 >. Acesso em: 15 de set. 2017.

MORAN. José. Tablets para todos conseguirão mudar a escola? Disponível em:<http://www2.eca.usp.br/moran/wp-content/uploads/2014/03/tablets.pdf>. Acesso em: 20 set 2017.

MOSCARDINI. Ticiana Nunes, MONTICELLI. Jefferson Marlon, VELLOSO. Marcia. Nível de utilização do M-learning (aprendizagem com mobilidade) por alunos de graduação: uma pesquisa survey. XXXVII Encontro da ANPAD, Rio de Janeiro, 2013.

MUGNOL. Márcio. A Educação a Distância no Brasil: conceitos e fundamentos. Disponível em:< http://www2.pucpr.br/reol/pb/index.php/dialogo?dd1=2738&dd99=view&dd98=pb>. Acesso em: 17 set 2017.

NETO. José Francisco Barbosa, FONSECA. Fernando de Souza da. Jogos educativos em dispositivos móveis como auxílio ao ensino da matemática. Disponível em:< http://www.seer.ufrgs.br/renote/article/view/41623/>. Acesso em: 03 nov 2017.

NOSELLA. Paolo. Trabalho e perspectivas de formação dos trabalhadores: para além da formação politécnica. Disponível em:< http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v12n34/a11v1234.pdf>. Acesso em: 20 ago 2017.

ONU. Organização das Nações Unidas. 17 objetivos para transformar o mundo. Disponível em:< https://nacoesunidas.org/pos2015/ods4/>. Acesso em: 01 nov 2017.

PEREIRA. Gabriel Henrique de Faria, COELHO. Alexandre. Aplicativos móveis para fins educacionais: a utilização do aplicativo E-INST para contribuição no ensino da Instrumentação industrial. Disponível em:< http://tecedu.pro.br/wp-content/uploads/2017/07/Art24-vol19-julho2017.pdf>. Acesso em: 03 nov 2017.

PINA. Fernanda, KURTZ Renata, FERREIRA. Jorge Brantes, FREITAS. Angilberto, SILVA. Jorge Ferreira da, GIOVANNINI. Cristiane Junqueira. Adoção de M-learning no ensino superior: o ponto de vista dos professores. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S1413-23112016000200279&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 04 nov 2017.

PRENSKY. Marc. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais. Disponível em:< http://poetadasmoreninhas.pbworks.com/w/file/fetch/60222961/Prensky%20-%20Imigrantes%20e%20nativos%20digitais.pdf>. Acesso em: 18 dez 2017.

PRETI. Oreste. EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: uma prática educativa mediadora e mediatizada. Disponível em:<http://uab.ufmt.br/uploads/pcientifica/ead_pratica_educativa.pdf>. Acesso em: 03 nov 2017.

RODRIGUES. Cleide Aparecida Faria, SCHMIDT. Leide Mara, MARINHO. Hermínia Bugeste. Tutoria em Educação a Distância. Disponível em:< http://suporte.nutead.org/suporte/wp-content/uploads/2013/02/Tutoria.pdf>. Acesso em: 02 nov 2017.

SANTOS. Alex Lourenço dos, ROSA. Odelfa. O uso de aplicativos como recurso pedagógico para ensino de geografia. Diponível em:< http://www.eng2016.agb.org.br/resources/anais/7/1468282246_ARQUIVO_OUSODEAPLICATIVOSCOMORECURSOPEDAGOGICOPARAENSINODEGEOGRAFIA.pdf>. Acesso em: 03 nov 2017.

SANTOS. Marisilvia dos, SCARABOTTO. Suelen do Carmo dos Anjos, MATOS. Elizete Lucia Moreira. Imigrantes e nativos digitais: um dilema ou desafio na educação? Disponível em:< http://educere.bruc.com.br/CD2011/pdf/5409_3781.pdf>. Acesso em: 18 dez 2017.

SEEGGER. Vania, CANES. Suzy Elisabeth, GARCIA. Carlos Alberto Xavier. Estratégias tecnológicas na prática pedagógica. Disponível em: <https://periodicos.ufsm.br/remoa/article/viewFile/6196/3695>. Acesso em: 25 out. 2017.

SENAI DN. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Nacional. Modelo de execução do programa Senai de educação a distância. Brasília: SENAI/DN, 2013.

SENAI GO. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Goiás. Revista de Divulgação SENAI de Goiás, ano 9, n.43, Goiânia, fevereiro, 2012.

SESI SENAI GO. SESI. Serviço Social da Indústria; SENAI. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. – Departamento Regional de Goiás. Relatório de atividades 2016 / SESI. Serviço Social da Indústria; SENAI. Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, Goiânia: Departamento Regional de Goiás, 2017.

SESI SENAI GO. SESI. Serviço Social da Indústria; SENAI. Serviço Nacional

de Aprendizagem Industrial. – Departamento Regional de Goiás. SIGE e EDUCA, Goiânia: Departamento Regional de Goiás, 2017.

SILVA JÚNIOR. Josué Barreto da. BARROS. Elaine Almeida. EUZÉBIO. Jussara Milena de França. BARRETO. Raqueline Farias. Educação a distância: desafio e perspectivas. Disponível em:< http://educacaopublica.cederj.edu.br/revista/artigos/educacao-a-distancia-desafio-e-perspectivas>. Acesso em: 15 out. 2017.

VERGARA, Sylvia C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 3.ed.Rio de Janeiro: Atlas, 2000.

Publicado
2019-04-25
Seção
Relatos de Experiência