A Distância que Aproxima

  • Romero Tori

Resumo

O profissional com experiência na organização de cursos a distância sabe que, quando possível, a inclusão de algumasatividades presenciais em programas a distância torna o aprendiz mais comprometido e melhora a qualidade dasinterações aluno-professor e aluno-aluno no ambiente virtual. Este artigo analisa e discute o processo inverso, ou seja, aincorporação de atividades virtuais em cursos presenciais, e os benefícios dessa união. Discute-se também como essesdois movimentos, de uma modalidade de educação em direção a outra, tendem a se acelerar, impulsionados pelos bonsresultados que trazem. O corolário é a convergência entre educação a distância e educação convencional, rumo a umnovo conceito, que integra o potencial de aproximação oferecido pelas tecnologias interativas ao melhor da educaçãotradicional.

Referências

http://www.abed.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=1p... 5/10/2003

BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário
Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 1996, Seção 1, p. 27839. Disponível em
http://www.mec.gov.br/home/legislacao/default.shtm.

____. Ministério da Educação (2001). Portaria n.º 2.253, de 18 de outubro de 2001. Trata da oferta de disciplinas que, em
seu todo ou em parte, utilizem método não presencial, na organização pedagógica e curricular de seus cursos superiores
reconhecidos. Diário Oficial da União, Brasília, 19 de outubro de 2001, Seção 1, p. 18. Disponível em
http://www.mec.gov.br/home/legislacao/default.shtm.

____. Ministério da Educação (2000). Indicadores de qualidade para cursos de graduação a distância. Brasília, maio
de 2000. Disponível em http://www.mec.gov.br/seed/indicadores.shtm.

Bezerra, R. M. (2002). Acompanhamento e Visualização da Interatividade em Educação a Distância Baseada na
Internet. Dissertação (Mestrado). Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. São Paulo. 2002.

Keegan, D. Foundations of Distance Education. Routledge. 3.ed. New York. 1996

Moore, Michael G. Teoria da Distância Transacional. Publicado em Keegan, D. (1993) Theoretical Principles of
Distance Education. London: Routledge, p. 22-38. Traduzido por Wilson Azevedo, com autorização do autor. Revisão de
tradução: José Manuel da Silva. Rio de Janeiro, setembro de 2002. Disponível em
http://www.abed.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=69&UserActiveTemplate=1por&infoid=23.

Moran, J. M. (2002). Pedagogia integradora do presencial-virtual. Rio de Janeiro, setembro de 2002. Disponível em
http://www.abed.org.br/congresso2002/index.html .

Rumble,G. (1986) The Planning and Management of Distance Education, New York: St Martins Press.

Simonson, M. et. Al. (2000). Teaching and Learning at a Distance. New Jersey, NJ: Merril (Prentice Hall).

Tait, A. & Mills, R. (1999). The Convergence of Distance and Conventional Education (1a. Edição). New York, NY:
Routledge.

Tori, R. (2001). Avaliando Distâncias na Educação. Rio de Janeiro, agosto de 2001. Disponível em
http://www.abed.org.br/congresso2001/index.html.

Tori, R. (2002). Métricas para uma Educação sem Distância. Revista Brasileira de Informática na Educação.
Sociedade Brasileira de Computação. V. 10, n. 2. Setembro de 2002, pp. 9-19.

Tori, R. & Ferreira, M. A. G. V. (1999). Educação sem Distância em Cursos de Informática. VII Workshop sobre
Educação em Informática – WEI 99. Rio de Janeiro, RJ, 25 a 27 de agosto de 1999. Anais, pp. 581-590
Publicado
2019-11-04
Edição
Seção
Artigos